Para esta edição, eu (o editor) enviei 10 submissões e a Diar.ia encontrou outros 136 artigos. Selecionamos os 13 mais relevantes para as pessoas que assinam a newsletter. | ChatGPT deixa de ser chatbot, vira agente Criada com Gemini A OpenAI quer reformular o ChatGPT de cima a baixo para posicioná-lo como plataforma de agentes, não mais como um chatbot que responde perguntas. O Codex, assistente especializado em programação, passaria ao centro da experiência. Segundo reportagem do Financial Times citada pelo Canaltech, a ideia é que o ChatGPT execute tarefas sozinho: pesquisa, código, navegação na web. Seria a maior mudança no produto desde o lançamento, em novembro de 2022. Por trás disso está uma disputa maior. A OpenAI briga com o Gemini do Google e com o Claude Code da Anthropic pelo espaço dos agentes, e quem ganha o desenvolvedor ganha o usuário corporativo. Para quem usa, a diferença vai aparecer na rotina de trabalho, não numa demonstração de palco. Por que isso importa A era do chatbot como produto final acabou. A próxima briga é por quem executa tarefas, não por quem responde perguntas. Ferramenta que automatiza um fluxo de trabalho inteiro tem outra lógica de adoção: depois que entra na rotina, cria uma dependência bem maior do que a de um assistente de bate-papo. |
| | Escreva melhor em português com a Clarice.ai A única IA criada por brasileiros para brasileiros. A Clarice.ai foi treinada para entender as nuances da língua portuguesa e identificar problemas de correção e estilo em qualquer texto, seja ele seu ou gerado por IAs generalistas (ChatGPT, Claude e similares). Use a Clarice.ai para revisar, refinar e humanizar seus textos. Publique com mais segurança, sem perder sua voz. Leitores desta newsletter têm 25% de desconto no plano mensal por 3 meses ou 50% de desconto no plano anual, acumulando até 67% de desconto. E quem assina o plano anual ainda recebe a skill de humanização para o Claude Code exclusiva da Diar.ia. → Acesse e use os cupons NEWS25 ou NEWS50 |
| | Apple revela a 3ª geração dos seus modelos base A Apple apresentou a terceira geração dos Apple Foundation Models (AFM), o núcleo do Apple Intelligence. São cinco modelos feitos em parceria com o Google, que vão de versões no próprio aparelho a servidores em nuvem privada. A privacidade é o eixo da nova arquitetura. Os modelos que rodam no aparelho processam tarefas sem mandar dados para fora; os que pedem mais força computacional passam pelo Private Cloud Compute, infraestrutura que a própria Apple administra. A família cobre escrita, resumo, análise de imagens e ações dentro de apps, tudo amarrado ao iOS, iPadOS e macOS. A Apple diz que nenhum conteúdo do usuário fica exposto a terceiros no caminho. Por que isso importa Modelo próprio mais capaz reduz a dependência de APIs externas, e isso corta a latência e o risco de vazamento de dados. Quem desenvolve para a Apple ganha uma camada de personalização que antes exigia plugar serviços de terceiros. |
| Clique na imagem que foi gerada por IA. |
| | Bolsas recuam com dúvidas sobre o boom de modelos As bolsas globais recuaram depois de uma forte onda de vendas nas ações de tecnologia americana. No fundo está a dúvida sobre se as empresas no centro do boom de modelos generativos valem mesmo tudo o que o mercado vinha pagando por elas. O petróleo oscilou com força depois da troca de ataques entre Estados Unidos e Israel, e o risco geopolítico se somou a um mercado já tenso. Foi a tecnologia que sustentou boa parte da alta das bolsas nos últimos ciclos, embalada pela expectativa de retorno da corrida de investimento em infraestrutura de modelos. Por que isso importa A queda das techs, junto com a oscilação do petróleo, sugere que a euforia com modelos generativos pode estar entrando numa fase de cobrança. Empresa que depende de avaliação alta para levantar a próxima rodada vai sentir, e o momento coincide com gastos recordes em infraestrutura de modelos sem receita à altura. Para o investidor brasileiro exposto a tech via fundos globais, essa carteira ficou sensível a tropeço de curto prazo. |
| | | | Você presta atenção ao conteúdo gerado por IA que consome? Para ajudar nesse exercício, há pelo menos um pequeno erro em cada edição. Responda indicando qual é o erro, ou se não há nenhum, e receba um número para concorrer a uma caneca da Diar.ia, a ser sorteada mês que vem. Sua resposta deve chegar até mim antes do envio da edição seguinte. | Na última edição, escondemos mais um erro. Leia com atenção e responda com a correção, o correto é três pilares — regras de governança, infraestrutura de computação e formação de profissionais.. |
| Nessa edição da Diar.ia, usei Claude Code para automatizar parte da pesquisa e criar resumos, Gemini para criar imagens e Wispr Flow para ganhar velocidade com comandos de voz (ganhe um mês do plano Pro). A revisão foi feita pelo MCP da Clarice (ganhe descontos com os cupons NEWS25 e NEWS50), dei o toque final e enviei via Beehiiv (ganhe um mês grátis e 20% de desconto por 3 meses). Acesse nossas curadorias: Agora que chegou ao final da edição, que tal interagir em uma publicação no LinkedIn ou no Facebook? Seguir, comentar e compartilhar nossas publicações por lá ajuda bastante! |
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