
Criada com Gemini
A OpenAI lançou o GPT-5.5. A empresa descreve como o modelo mais inteligente e intuitivo até agora, com foco em tarefas agênticas, código e análise.
O acesso fica restrito a planos Plus, Pro, Business e Enterprise. Usuários gratuitos e plano Go ficam de fora por enquanto, mesmo padrão dos últimos lançamentos.
O lançamento cai na mesma semana em que a OpenAI redesenhou o ChatGPT como superapp, centralizando fluxos complexos numa única interface. O GPT-5.5 é o motor dessa aposta.
E o timing não foi coincidência. A DeepSeek anunciou o V4 nos mesmos dias, e a Anthropic mantém o Claude Opus 4.7 como referência em raciocínio. A janela entre lançamentos de modelo frontier comprimiu pra semanas.
Quem usa ChatGPT no trabalho ganha capacidade sem precisar trocar de plataforma. E o padrão do que é bom o suficiente sobe mais um pouco — quem ainda escolhe qual ferramenta adotar no time tem um argumento a mais pra ficar aqui.
Penso em lançar uma newsletter semanal paga focada no ecossistema Claude: tutoriais, releases, Claude Code, Cowork, Agent SDK, MCPs.
Tem interesse?
Responda só com:
SIM — pagaria por ela
TALVEZ — depende
NÃO — não é pra mim (importante responder para eu saber que você leu, mas não se interessa)
5 segundos do seu tempo ajudam a definir se devo seguir. Obrigado!
A Anthropic lançou o Project Deal, uma entrada no Claude dedicada à negociação e ao fechamento de contratos. A página entrou no ar em 24 de abril.
É mais um "Project", linha que a Anthropic vem construindo pra organizar tarefas com o Claude em contexto. O que muda nesse é o foco: deals corporativos, não tarefa genérica.
O movimento vem logo depois do acordo de infraestrutura com a Amazon. Os dois sinais apontam pra mesma direção: a empresa está investindo pesado no segmento corporativo.
Times de jurídico, vendas e procurement ganham uma interface dedicada no Claude. E o sinal estratégico vem junto: a Anthropic está saindo do assistente genérico e apostando em fluxos verticais, onde o uso gruda no dia a dia do time e a troca de ferramenta fica mais cara.
Nota: o site é lindo, recomendo!
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Ao clicar em uma das opções abaixo, escreva o que fez você escolher ela. Vou incluir na próxima edição.
Rocha de Rapanui ao pôr do sol em Sumner, costa da Nova Zelândia — Michal Klajban / CC BY-SA 4.0.

Um grupo de hackers acessou o Claude Mythos Preview, modelo de cibersegurança da Anthropic considerado perigoso demais pra acesso público.
O caminho não foi uma falha nos sistemas da Anthropic. Foi por um fornecedor terceirizado que trabalhava com o modelo, o vetor clássico de ataque por cadeia de fornecedores.
O Mythos tinha sido avaliado pelo UK AI Safety Institute em abril. O instituto documentou capacidades ofensivas concretas em cibersegurança, e era por isso que o modelo ficava fora do público.
A Anthropic confirmou o incidente sem dar detalhes sobre o que foi acessado.
Restringir acesso a um modelo perigoso não resolve se os parceiros que trabalham com ele não tiverem o mesmo nível de proteção. Toda equipe de segurança corporativa já coloca cadeia de fornecedores na lista de risco há anos, o caso mostra que colocar na lista não é o mesmo que mitigar.
Modelo open-source com contexto de 1 milhão de tokens e arquitetura MoE de 1,6 trilhão de parâmetros, disponível via API e Hugging Face sob licença Apache 2.0.
Google lança agentes autônomos de pesquisa Deep Research e Deep Research Max, baseados no Gemini 3.1 Pro.
Pesquisa examina como priores de modelos de linguagem moldam viés no reconhecimento de fala, com impacto desigual entre grupos demográficos.
TechCrunch analisa o lançamento do GPT-5.5 e a estratégia de transformar o ChatGPT numa plataforma centralizada de trabalho.
Ars Technica relata que a Anthropic avaliou retirar o acesso ao Claude Code dos assinantes do plano Pro antes de reverter a decisão.
BBC relata que autoridades prenderam um homem após a disseminação de uma imagem sintética de um lobo fugitivo, que fez a polícia redirecionar operação de busca real.
Você presta atenção ao conteúdo gerado por IA que consome? Para ajudar nesse exercício, há pelo menos um pequeno erro em cada edição.
Responda indicando qual é o erro, ou se não há nenhum, e receba um número para concorrer a um livro sobre IA entre os que recomendamos, a ser sorteado em maio. Sua resposta deve chegar até mim antes do envio da edição seguinte.
Nas últimas edições, coloquei Ibre, quando deveria ser IBRE (Instituto Brasileiro de Economia).
Nessa edição da Diar.ia, usei Claude Code para automatizar parte da pesquisa e criar resumos, Gemini para criar imagens e Wispr Flow para ganhar velocidade com comandos de voz (ganhe um mês do plano Pro). A revisão foi feita pelo MCP da Clarice (ganhe 25% de desconto com o cupom DIARIA), dei o toque final e enviei via Beehiiv (ganhe um mês grátis e 20% de desconto por 3 meses).
Após clicar em uma nota, escreva uma frase dizendo o que te motivou a dar essa nota. Isso ajuda bastante a entender o que está indo bem e o que precisa mudar!