Eduardo Nantes Bolsonaro
citado em pedido de terceirosCitado apenas em pedido de terceiro: segundo o deputado Lindbergh Farias, seria "agente político em atuação internacional" contra o Brasil.
Sem nenhuma decisão do STF contra ele. Fachin só redistribuiu o pedido ao relator do caso Master em 25/06/2026, sem analisar o mérito.
Aparece em um único documento público: despacho de 26/06/2026 (PET 16.292).
Cada afirmação é a versão daquela fonte, com a página. O tribunal praticou 1 ato sobre a pessoa, na seção própria.
1 processo não tem nenhuma peça pública no portal do STF.
Linha vermelha: ministro ou autoridade que decidiu. Cinza claro: citado no mesmo trecho. Seta: autor de pedido contra.
Datas como o documento as dá; quando ele só diz o mês, o ano ou "fim de" um período, a marca é oval.
Manda ao relator do caso Master o pedido que o cita
Recebe a comunicação de crime de Lindbergh Farias com fatos "atribuídos, em tese" a Flávio, Eduardo e Jair Bolsonaro, e a redistribui a André Mendonça por prevenção à PET 15.612. O despacho trata só da distribuição; não analisa as acusações nem determina medida contra ele.
PET 16.292 · doc. 15388371068 · p. 1, 6 →O deputado quer apurar se ele "atuava no exterior em campanha materialmente custosa contra o Brasil".
p. 2Segundo o pedido, o mesmo núcleo familiar e político que teria financiado o filme estaria envolvido em atuação internacional para constranger o STF, deslegitimar o julgamento da tentativa de golpe e impor sanções estrangeiras ao Brasil.
p. 3–4No filme, ele seria o "agente político em atuação internacional"; Jair, o personagem; Flávio, o beneficiário eleitoral.
p. 4Comunicação de crime de Lindbergh Farias contra Flávio, Eduardo e Jair Bolsonaro. Redistribuída a Mendonça em 25/06/2026.
Segundo a PGR, o episódio do filme "já é objeto" dela. Os documentos não dizem quem são as partes.