Ailton de Aquino Santos
autoridadeDiretor do Banco Central; apresentou embargos junto com a autarquia no INQ 5.026, mas o STF não os conheceu.
Não é investigado: em 27/12/2025, o Min. Dias Toffoli registrou que nem o Banco Central nem "o diretor da Autarquia são investigados", ao rejeitar os embargos e manter oitivas e acareações no inquérito.
Aparece em um único documento público: despacho de 27/12/2025 (INQ 5.026).
Cada afirmação é a versão daquela fonte, com a página. O tribunal praticou 1 ato sobre a pessoa, na seção própria.
Todos têm peças públicas no portal do STF.
Linha vermelha: ministro ou autoridade que decidiu. Cinza claro: citado no mesmo trecho. Inclui quem é citado pelo nome nos registros desta página.
Não conhece dos embargos; registra que ele não é investigado
Deixa de conhecer dos embargos do Banco Central e de Ailton de Aquino Santos, "posto que nem a Autoridade Central Financeira Brasileira nem o diretor da Autarquia são investigados". Diz que a participação da autoridade reguladora nos depoimentos e acareações é "de especial relevância", mantém as oitivas como já determinado e manda intimar os embargantes.
INQ 5.026 · doc. 15383398316 · p. 1–2 →Segundo o despacho, os próprios embargantes reconhecem, alternativamente, "que se qualificam como terceiros interessados".
p. 1Inquérito sobre as tratativas da cessão de títulos entre instituições financeiras, segundo o despacho. Ele apresentou embargos com o Banco Central.