Flávio Nantes Bolsonaro
alvo de petições sob sigiloSenador; alvo de duas notícias-crime, movidas por parlamentares, que tramitam em sigilo com o relator do caso Master.
As PETs 16.440 e 16.441 estão com o Min. André Mendonça desde 22/07/2026. Nenhuma peça delas é pública: nem decisão sobre as acusações, nem medida judicial.
O despacho de Fachin de 25/06 e o de Mendonça de 12/07. Os outros 388 documentos públicos não mencionam o senador.
Todas estão em pedidos que citam reportagens. Nenhum documento público do STF analisa o que elas dizem.
Com exceção da PET 16.640 (à Presidência), todos com o relator, Min. André Mendonça. Cinco não têm nenhuma peça pública, e nenhum deles está entre os 15 processos cujo sigilo Mendonça levantou em 10/09.
Linha vermelha: ministro ou autoridade que decidiu. Pontilhado: relação alegada em pedido de terceiros. Cinza claro: citado no mesmo trecho. Seta: autor de pedido contra. Inclui quem é citado pelo nome nos registros desta página.
Datas como o documento as dá; quando ele só diz o mês, o ano ou "fim de" um período, a marca é oval. Processos fechados sem data pública ficam fora da linha.
PET 15.556 · p. 2–3
As conversões são as dos pedidos, e não batem entre si: Luciene Cavalcante fala em US$ 24 milhões ≈ R$ 134 milhões; Lindbergh Farias, em R$ 134 milhões ≈ US$ 26,8 milhões.
Manda o pedido de Lindbergh Farias ao relator do caso Master
Recebe a comunicação de crime do deputado Lindbergh Farias contra Flávio, Eduardo e Jair Bolsonaro, protocolada primeiro no INQ 4.995 (rel. Alexandre de Moraes) e desentranhada por ordem dele, e a redistribui ao Min. André Mendonça por prevenção. Motivo: o parecer da PGR diz que o episódio "já é objeto de procedimento próprio" — a PET 15.612, com restrição de publicidade — e o tema coincide com as PETs 16.063 e 16.078.
PET 16.292 · doc. 15388371068 · p. 1, 4–6 →Separa dois pedidos contra ele e abre vista ao Ministério Público
Separa as notícias-crime de Luciene Cavalcante e Henrique Vieira, por "autonomia temática" em relação ao processo principal, e manda autuá-las como petições próprias, vinculadas à PET 16.292. Registra que "pedidos semelhantes, solicitando a apuração dos mesmos fatos, em desfavor da mesma pessoa" já tramitam nas PETs 16.292, 16.078, 16.063 e 16.059.
PET 15.556 · doc. 15388766392 · p. 2, 4–5 →Os dois pedidos viram as PETs 16.440 e 16.441
As notícias-crime são autuadas como petições próprias, sob sigilo.
PET 15.556 · andamento processual de 20/07/2026As duas vão ao Min. André Mendonça
Distribuídas por ligação com processos que ele já relata. A partir daqui, nada delas é público.
PETs 16.440 e 16.441 · andamentos processuaisTeria negociado com Vorcaro um compromisso de financiamento para o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro, de US$ 24 milhões a US$ 26,8 milhões.
p. 1Mensagens de voz publicadas pelo Intercept mostrariam um pedido de R$ 61 milhões (cerca de US$ 12 milhões), com novo pedido depois de um pagamento inicial.
p. 1Primeiro ele teria negado; depois, admitido o financiamento como "patrocínio privado" para um filme privado sobre o pai.
p. 1–2A promessa seria de US$ 24 milhões, metade já paga — mas a produtora GOUP Entertainment diz não ter recebido "um único centavo" de Vorcaro ou de suas empresas, embora reconheça vários investidores.
p. 2Áudios e mensagens vazados, que ele teria reconhecido "em sua linha geral", apontariam um pedido de R$ 134 milhões (cerca de US$ 26,8 milhões). Ele chamaria Vorcaro de "irmão" e pressionaria por pagamentos para evitar atrasos com o ator Jim Caviezel e o diretor Cyrus Nowrasteh.
p. 2O deputado pede que se apure para onde foi o dinheiro e aponta, em tese, lavagem, financiamento político irregular e obstrução; diz haver "indícios robustos de financiamento público".
p. 2–3Liga o caso ao INQ 4.995: o filme seria "ativo de propaganda política" e "mecanismo de circulação financeira", com Jair como personagem, Flávio como "beneficiário eleitoral" e Eduardo como "agente político em atuação internacional".
p. 3–4Teria negociado diretamente com Vorcaro o repasse de US$ 24 milhões (cerca de R$ 134 milhões) para o filme.
p. 2–3As mensagens mostrariam "cobranças incisivas" pela liberação dos recursos e "promessas de apoio irrestrito ao banqueiro".
p. 3Pede envio à PGR e abertura de inquérito, por crimes, em tese, contra a administração pública e a ordem financeira.
p. 3fim de 2025Visitou Vorcaro na casa dele, em São Paulo, no fim de 2025, quando o banqueiro cumpria medidas cautelares. Segundo o pedido, o próprio senador confirmou a visita ao O Globo.
p. 3Teria trocado mensagens com ele sobre "vantagem financeira de interesse direto do parlamentar", às vésperas de eventos processuais e regulatórios.
p. 3Teria cultivado vínculo com alguém que, "como hoje se sabe", mantinha estrutura voltada a obstruir investigações da PF. Pede investigação formal pelo STF.
p. 3Comunicação de crime de Lindbergh Farias contra Flávio, Eduardo e Jair Bolsonaro. Protocolada no INQ 4.995 (rel. Alexandre de Moraes), desentranhada e redistribuída a Mendonça em 25/06/2026.
Onde Luciene Cavalcante (e-doc. 392) e Henrique Vieira (e-doc. 402) apresentaram as notícias-crime, separadas em 12/07/2026. Sigilo levantado em 10/09/2026.
Autuada em 06/03/2026; Fachin registra que tramita com restrição de publicidade e, segundo o parecer da PGR, o episódio do filme "já é objeto" dela. As duas peças públicas (06/03 e 16/03/2026) tratam das quebras de sigilo de Daniel Vorcaro e não mencionam o senador nem o filme.
Distribuída por prevenção em 22/05/2026. Tema: "valores destinados ao filme DARK HORSE".
Distribuída por prevenção em 22/05/2026. Mesmo tema.
Citada por Mendonça entre os pedidos "em desfavor da mesma pessoa".
Notícia-crime separada em 12/07, autuada em 20/07 e distribuída ao relator em 22/07/2026. Sob sigilo.
Notícia-crime separada em 12/07, autuada em 20/07 e distribuída ao relator em 22/07/2026. Sob sigilo.
Nova petição do Dep. Lindbergh Farias contra ele, distribuída à Presidência do STF (Min. Edson Fachin) — não ao Min. Mendonça, relator dos demais processos do ramo. Só a certidão de autuação é pública. Sem decisão até 14/09/2026.