Roberto de Oliveira Campos Neto
sem indício, segundo o STFEx-presidente do Banco Central (2019–2024); segundo o relator, seu único elo com a investigação foi ter presidido a autarquia.
Não é investigado: em 02/03/2026, o Min. André Mendonça escreveu que "não há qualquer indício de envolvimento" dele com os fatos da Operação Compliance Zero, ao converter sua convocação pela CPI em convite.
Aparece em um único documento público: decisão monocrática de 02/03/2026 (INQ 5.026).
Cada afirmação é a versão daquela fonte, com a página. O tribunal praticou 2 atos sobre a pessoa, na seção própria.
Todos têm peças públicas no portal do STF.
Linha vermelha: ministro ou autoridade que decidiu. Cinza claro: citado no mesmo trecho. Inclui quem é citado pelo nome nos registros desta página.
Datas como o documento as dá; quando ele só diz o mês, o ano ou "fim de" um período, a marca é oval.
Sem indício de envolvimento; convocação vira convite
O relator afirma que, "pelas informações de que se dispõe até o presente momento, não há qualquer indício de envolvimento do indivíduo convocado com os fatos investigados no âmbito da denominada Operação Compliance Zero". Diz que o único elo com a investigação era "a sua condição de ex-presidente da autarquia" e vê "desvio e esvaziamento de finalidade" da CPI. Acolhe em parte o pedido e converte a convocação em convite, como no caso do atual presidente do Banco Central.
INQ 5.026 · doc. 15384533922 · p. 15–17 →Garante silêncio e advogado se ele comparecer
Se ele for à CPI como convidado, fica garantido o direito de ficar em silêncio sobre perguntas que possam incriminá-lo, a assistência de advogado e a proibição de "qualquer medida coercitiva". Manda comunicar a presidência da CPI com urgência.
INQ 5.026 · doc. 15384533922 · p. 17 →2019 a 2024Segundo o requerimento, ouvir quem chefiou a autoridade monetária de 2019 a 2024 serviria para saber se "falhas ou omissões na regulação e fiscalização bancária" permitiram a expansão de organizações criminosas.
p. 14O requerimento aponta o colapso do Banco Master como "o principal nexo causal para esta convocação".
p. 14Afirma que, na gestão dele, resoluções do Banco Central "promoveram uma desregulação do sistema", citando as Resoluções 4.656/2018 e 4.966/2021.
p. 14Sustenta que a convocação tem "um flagrante desvio de finalidade" e seria uma tentativa política de associá-lo à Operação Compliance Zero, uma "Fishing Expedition".
p. 3Pede para não comparecer ou, subsidiariamente, que a convocação vire convite, como foi feito com o atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.
p. 3Onde a defesa pediu proteção contra a convocação da CPI e o relator registrou a ausência de indício.