Um agente da PF na ativa consultava sistemas internos para a “Turma”. A frase dele: “moral se paga com moral”
Depois vieram os “trabalhinhos” e a “oferenda” via Pix. As mensagens estão na decisão que prendeu o agente.
Anderson Wander da Silva Lima era agente da Polícia Federal na ativa, lotado no Rio de Janeiro. Marilson Roseno da Silva, policial federal aposentado e um dos líderes da "Turma", recorria a ele para obter informações de sistemas internos da PF, segundo a decisão.
Em agosto de 2023, depois de atender a um pedido de Marilson, o agente responde com uma frase que a decisão destaca.
“moral se paga com moral” — e pede “fortalecimento”.
Em setembro de 2023, o agente sinaliza que precisa de dinheiro e se oferece para mais serviços.
Diz que gostaria de fazer uns “trabalhinhos”.
No fim de 2025, o pagamento tem outro nome.
Pede a chave Pix do agente para enviar uma “oferenda”.
Anderson teve a prisão preventiva decretada em 13/05/2026, na segunda leva da Operação Compliance Zero. Está sob investigação.
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Os fios de mensagens
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