Antonio Cesar Carvalho Sobrinho
sob investigação: alvo de busca e apreensãoSegundo a PF, sócio da Confiance Life Corretora de Seguros, que cedeu créditos ao fundo City, do qual o Banco Master era cotista único.
Alvo de busca e apreensão autorizada em 08/01/2026, em diligência discreta; a PF pediu que o sequestro ligado aos fundos City (R$ 302,6 mi) e MN I recaísse sobre ele, deferido em 06/01/2026.
Aparece em 2 dos 1098 documentos públicos do caso. A lista completa está na referência, no fim da página.
Cada afirmação é a versão daquela fonte, com a página. O tribunal praticou 2 atos sobre a pessoa, na seção própria.
Todos têm peças públicas no portal do STF.
Linha vermelha: ministro ou autoridade que decidiu. Tracejado: relação descrita pela PF ou pelo MPF. Cinza: alvo da mesma decisão. Cinza claro: citado no mesmo trecho. Inclui quem é citado pelo nome nos registros desta página.
Datas como o documento as dá; quando ele só diz o mês, o ano ou "fim de" um período, a marca é oval.
Defere quebras de sigilo e sequestro de bens pedidos pela PGR
A PGR pede quebras de sigilo e sequestro de bens a partir de investigação que corria na 8ª Vara Federal Criminal de São Paulo. O relator transcreve a manifestação do MPF, que encampa a individualização feita pela PF, e decide: "defiro os pedidos de quebras de sigilo bancário e fiscal dos investigados nas manifestações transcritas acima", além do sequestro e bloqueio de bens "tal como requeridos pelo Procurador-Geral da República".
PET 15.198 · doc. 15383424691 · p. 1, 18–19 →Autoriza busca e apreensão contra ele
A PGR, encampando manifestação da Procuradoria da República em São Paulo, pede busca e apreensão contra uma lista de pessoas e empresas; ele é o alvo nº 24 da lista. O relator registra que a PF trouxe "indícios consistentes da existência de organização criminosa" e decide: "defiro parcialmente os pedidos complementares de busca e apreensão", com exceção de três alvos já alcançados antes. A decisão não descreve o papel de cada alvo.
PET 15.198 · doc. 15383446734 · p. 3, 5–6 →Segundo a PF, a Confiance Life Corretora de Seguros é uma das empresas que cederam créditos ao FIDC City, do qual o Banco Master era cotista único, e "ANTONIO CESAR CARVALHO SOBRINHO é sócio da CONFIANCE".
p. 15A PF pede que o sequestro de R$ 302.586.000,00 recaia "sobre essas pessoas físicas"; no FIDC City 02 e no FIDC MN I, diz que os envolvidos são os mesmos. No MN I, atribui R$ 48.199.183,00 aos créditos cedidos pela Confiance.
p. 15–16Petição sobre fundos ligados ao Banco Master, relatada pelo Min. Dias Toffoli em janeiro de 2026; nela foram autorizadas a busca e apreensão e, antes, quebras de sigilo e sequestro de bens.