Helder Alves de Lima
sob investigação: medidas cautelaresContador ligado à estrutura de Marilson Roseno, apontado pela PF como responsável por emitir as notas fiscais que davam forma aos repasses.
Sob medidas cautelares desde 13/05/2026, com proibição de sair da comarca e do país. Segundo a PF, teria emitido notas dos pagamentos da King Participações, de Felipe Mourão, à Roseno & Ribeiro, de Marilson, e teria continuado depois da segunda fase da operação.
Aparece em 8 dos 1098 documentos públicos do caso. A lista completa está na referência, no fim da página.
Cada afirmação é a versão daquela fonte, com a página. O tribunal praticou 4 atos sobre a pessoa, na seção própria.
Todos com o relator, Min. André Mendonça.
Linha vermelha: ministro ou autoridade que decidiu. Tracejado: relação descrita pela PF ou pelo MPF. Cinza: alvo da mesma decisão. Cinza claro: citado no mesmo trecho. Inclui quem é citado pelo nome nos registros desta página.
Datas como o documento as dá; quando ele só diz o mês, o ano ou "fim de" um período, a marca é oval.
Autoriza interceptar telefone e WhatsApp dele
Defere por 15 dias a interceptação telefônica e telemática de linhas atribuídas a dez investigados, entre eles ele. Resume a PF: a conduta dele está ligada à "camada contábil-documental da ocultação dos pagamentos" ao núcleo.
PET 15.977 · doc. 15386966010 · p. 7–8, 16, 18–19 →Autoriza busca e apreensão contra ele
Ao deferir buscas contra os alvos individualizados pela PF, a decisão descreve a conduta dele na "engrenagem financeira e documental voltada à ocultação patrimonial".
PET 15.976 · doc. 15387066458 · p. 9, 20–22, 56 →Proíbe sair da comarca e do país
Proíbe que saia da comarca em que mora e do país, com entrega do passaporte em 24 horas. O relator diz que as medidas visam evitar risco de fuga e são "menos gravosas do que a prisão".
PET 15.978 · doc. 15387066782 · p. 55, 57 →Quebra o sigilo de dados telemáticos
Defere o afastamento do sigilo de contas Google vinculadas a ele, desde 01/01/2021, para identificar notas, orientações, interlocutores e "eventual consciência sobre a origem ilícita dos recursos".
PET 15.693 · doc. 15388189547 · p. 11–12, 21 →Contador da Roseno & Ribeiro Gestão Empresarial, controlada por Marilson Roseno, seria o responsável pelas notas fiscais dos pagamentos feitos pela King Participações Imobiliárias a essa empresa.
p. 37+ PET 15.976 p. 20–21
A King Participações, tomadora das notas, pertenceria a Felipe Mourão; os valores seriam expressivos e recorrentes, como R$ 50 mil, R$ 100 mil e R$ 150 mil.
p. 11–12Marilson falava com ele por dois números salvos com apelidos, o que a PF vê como canal permanente para emissão de notas e orientação.
p. 37–38Os pagamentos da King a Marilson não pararam depois da segunda fase da operação, e ele teria continuado à disposição para emitir as notas.
p. 3808/10/2025Marilson teria mandado a ele mensagem dizendo que precisava de "outra nota de 50k", por um serviço adicional.
p. 38Em diálogo citado, ele teria dito que um dinheiro entraria "todo limpinho" e sugerido usar CPF de terceiro para regularizar a entrada de valores.
p. 12+ PET 15.978 p. 39
Decisão de 13/05/2026 que o proibiu de sair da comarca e do país. Sigilo restabelecido em 24/06/2026.
Interceptação telefônica e telemática deferida em 11/05/2026.
Busca e apreensão de 13/05/2026.
Quebra de sigilo de dados telemáticos de 19/06/2026.
Decisão de bloqueio de bens de 13/05/2026 que descreve o papel dele; o bloqueio não o inclui entre os alvos.