Wilson Augusto Alves
sob investigação: alvo de busca e apreensãoAlvo de busca e apreensão autorizada por Toffoli em 08/01/2026; a PF o chama de "outro investigado do presente apuratório", sem detalhar sua conduta.
Em 19/05/2026, Mendonça manteve seu nome nas guias de depósito judicial da operação, após a PF explicar que decorre da abertura da conta.
Aparece em 2 dos 1098 documentos públicos do caso. A lista completa está na referência, no fim da página.
Cada afirmação é a versão daquela fonte, com a página. O tribunal praticou 2 atos sobre a pessoa, na seção própria.
Todos têm peças públicas no portal do STF.
Linha vermelha: ministro ou autoridade que decidiu. Cinza: alvo da mesma decisão. Cinza claro: citado no mesmo trecho. Inclui quem é citado pelo nome nos registros desta página.
Datas como o documento as dá; quando ele só diz o mês, o ano ou "fim de" um período, a marca é oval.
Autoriza busca e apreensão contra ele
A PGR, encampando manifestação da Procuradoria da República em São Paulo, pede busca e apreensão contra uma lista de pessoas e empresas; o nome aparece na lista (item 32). O relator registra que a PF trouxe "indícios consistentes da existência de organização criminosa" e decide: "defiro parcialmente os pedidos complementares de busca e apreensão", com exceção de três alvos já alcançados antes. A decisão não descreve o papel de cada alvo.
PET 15.198 · doc. 15383446734 · p. 4–6 →Mantém o nome dele nas guias de depósito da operação
Ao julgar pedido de Fernando Alves Vieira, o relator conclui, com base na informação da PF, que o nome de Wilson no campo "réu" "decorre da sistemática operacional de abertura da conta judicial vinculada ao presente feito", cujo primeiro depósito foi associado a ele, e que o mesmo nome aparece em depósitos de outros investigados. "Nada a prover" sobre a retificação.
PET 15.198 · doc. 15387268450 · p. 11–12 →Diz haver equívoco no depósito de R$ 184.750,00 apreendidos em sua residência, porque o valor teria sido vinculado ao nome de "terceiro estranho aos autos, Wilson Augusto Alves", e pede a retificação.
p. 5Não há erro na guia: Wilson Augusto Alves "se trata de outro investigado do presente apuratório e também alvo de cumprimento de mandado de busca".
p. 10Segundo a PF, a conta judicial da operação foi aberta no primeiro depósito, cujo alvo foi "provavelmente" Wilson; por isso depósitos de outros alvos também trazem o nome dele no campo "réu".
p. 11Inclui o nome na lista de alvos de busca e apreensão (item 32). O documento não descreve a conduta atribuída.
p. 4Petição sobre fundos ligados ao Banco Master, relatada pelo Min. Dias Toffoli em janeiro de 2026; nela foram autorizadas a busca e apreensão e, antes, quebras de sigilo e sequestro de bens.