Alberto Félix de Oliveira Neto
sob investigação: medidas cautelaresTesoureiro do Banco Master, apontado pela PF como responsável pela produção dos "lastros" das carteiras de crédito vendidas ao BRB.
Sob investigação, cumpre prisão domiciliar com monitoramento eletrônico no INQ 5.026; em 22/06/2026 o STF autorizou a quebra de seus sigilos bancário e fiscal. Já obteve autorização para sair duas vezes: ao enterro do pai e para depor à PF.
Aparece em 3 dos 1098 documentos públicos do caso. A lista completa está na referência, no fim da página.
Cada afirmação é a versão daquela fonte, com a página. O tribunal praticou 3 atos sobre a pessoa, na seção própria.
O editor confirmou que "Alberto Félix de Oliveira" (PET 15.478) e "Alberto Felix de Oliveira Neto" (INQ 5.026) são a mesma pessoa.
Linha vermelha: ministro ou autoridade que decidiu. Tracejado: relação descrita pela PF ou pelo MPF. Cinza: alvo da mesma decisão. Cinza claro: citado no mesmo trecho. Inclui quem é citado pelo nome nos registros desta página.
Datas como o documento as dá; quando ele só diz o mês, o ano ou "fim de" um período, a marca é oval.
Autoriza saída para o enterro do pai
Por razão humanitária, autoriza o deslocamento de 30/04 a 04/05/2026 só para o velório e o sepultamento do pai, em Passos (MG). Registra que ele está sujeito a medidas cautelares, com monitoramento, e que continua proibido de ter contato com investigados da Operação Compliance Zero, "sob pena de revogação imediata da presente autorização e da prisão domiciliar".
INQ 5.026 · doc. 15386637969 · p. 3–5 →Autoriza ida a Brasília para depor à PF
Autoriza o deslocamento, só em 16/06/2026, à delegacia da PF em Brasília, para prestar declarações no inquérito policial "em que figura como investigado". Mantém as demais proibições, em especial a de contato com investigados.
INQ 5.026 · doc. 15388000498 · p. 3 →Autoriza quebra de sigilo bancário e fiscal
Defere a representação da PF, com parecer favorável do MPF, e afasta os sigilos bancário, fiscal e de dados financeiros dos alvos, entre eles Alberto Félix de Oliveira, de 01/01/2024 a 31/12/2025.
PET 15.478 · doc. 15388237255 · p. 6–7, 14 →Descrito como tesoureiro do Master, teria desempenhado "papel essencial na produção dos “lastros” de validade dos créditos".
p. 6Integraria um grupo de WhatsApp "destinado exclusivamente a fornecer ao BRB documentos relativos às falsas carteiras".
p. 7Teria conferido contratos da Tirreno, providenciado documentos exigidos pelo BRB e pelo Banco Central, sabido da inexistência de cláusula de mandato e da dificuldade de averbar os créditos e, mesmo assim, atuado para emitir CCBs em massa.
p. 7Com o diretor Ângelo Ribeiro, seria coautor da fabricação de um extrato artificial da conta da Tirreno, ajustado conforme ordens de Daniel Vorcaro.
p. 7Aparece em interlocução com Augusto Lima e em reuniões com o BRB. Em tese, haveria "indícios robustos" de adulteração de registros e participação estrutural no esquema.
p. 7Onde ele cumpre prisão domiciliar com monitoramento e pede autorizações de saída. A decisão que impôs as cautelares não está no acervo público.
Quebra de sigilo bancário e fiscal dos alvos ligados à venda de carteiras ao BRB. Aqui aparece como "Alberto Félix de Oliveira".