Luiz Antônio Bull
sob investigação: alvo de quebra de sigilo bancário e fiscalSegundo a PF, foi diretor de Compliance do Master e um dos principais signatários dos contratos que teriam sido usados para obter os créditos fictícios da Tirreno.
Sob investigação: o Min. André Mendonça autorizou quebra de sigilo bancário e fiscal em 22/06/2026. Em dezembro de 2025, entrou como coinvestigado na reclamação que levou o caso ao STF.
Aparece em 2 dos 1098 documentos públicos do caso. A lista completa está na referência, no fim da página.
Cada afirmação é a versão daquela fonte, com a página. O tribunal praticou 2 atos sobre a pessoa, na seção própria.
Todos têm peças públicas no portal do STF.
Linha vermelha: ministro ou autoridade que decidiu. Tracejado: relação descrita pela PF ou pelo MPF. Cinza: alvo da mesma decisão. Cinza claro: citado no mesmo trecho. Inclui quem é citado pelo nome nos registros desta página.
Datas como o documento as dá; quando ele só diz o mês, o ano ou "fim de" um período, a marca é oval.
Aceita a habilitação dele na reclamação
Na Rcl 88.121, Toffoli defere "a habilitação de Luiz Antonio Bull", dá acesso à PF e determina que novas diligências sejam submetidas antes ao STF.
Rcl 88.121 · doc. 15382943120 · p. 3 →Autoriza quebra de sigilo bancário e fiscal
Defere a representação da PF, com parecer favorável do MPF, e afasta os sigilos bancário, fiscal e de dados financeiros dos alvos, entre eles Luiz Antônio Bull, de 01/01/2024 a 31/12/2025.
PET 15.478 · doc. 15388237255 · p. 6, 14 →Seria diretor de Compliance do Master e "um dos principais signatários dos contratos utilizados para obtenção dos créditos fictícios da Tirreno".
p. 6Com Ângelo Ribeiro, teria assinado resposta ao Banco Central que teria omitido a origem real dos créditos que teriam sido usados para criar as CCBs cedidas ao BRB.
p. 6Sua atuação "não aparece como meramente formal": haveria, em tese, participação consciente na formalização e no encobrimento de operações sem lastro e organização criminosa.
p. 6Pede a suspensão dos atos de investigação da Operação Compliance Zero até o julgamento da reclamação: a PF estaria marcando depoimentos e compartilhando material com o MPF de primeira instância, que não teria competência.
p. 4Quebra de sigilo bancário e fiscal dos alvos ligados à venda de carteiras ao BRB.
Reclamação de Daniel Vorcaro que levou a Compliance Zero ao STF; Bull foi habilitado como coinvestigado em 03/12/2025.