André Felipe de Oliveira Seixas Maia
pedido de busca negadoSegundo a PF, suposto diretor da Tirreno, empresa de fachada usada para fabricar créditos das carteiras vendidas pelo Master ao BRB.
Alvo de quebra de sigilo bancário e fiscal autorizada em 22/06/2026; em 08/01/2026 o STF negou nova busca contra ele, por já ter sido revistado; pediu de volta celular e notebook apreendidos.
Aparece em 3 dos 1098 documentos públicos do caso. A lista completa está na referência, no fim da página.
Cada afirmação é a versão daquela fonte, com a página. O tribunal praticou 3 atos sobre a pessoa, na seção própria.
Todos têm peças públicas no portal do STF.
Linha vermelha: ministro ou autoridade que decidiu. Tracejado: relação descrita pela PF ou pelo MPF. Cinza: alvo da mesma decisão. Cinza claro: citado no mesmo trecho. Inclui quem é citado pelo nome nos registros desta página.
Datas como o documento as dá; quando ele só diz o mês, o ano ou "fim de" um período, a marca é oval.
Nega nova busca contra ele
É o item 12 da lista de alvos de busca e apreensão da PGR. O relator defere em parte o pedido complementar de busca, mas exclui os alvos 2 (endereço 1), 12 e 33 — ele é o 12 — porque já haviam sido feitas "diligências de igual jaez", sem justificativa para novas.
PET 15.198 · doc. 15383446734 · p. 2–3, 5 →Cobra da PF informação sobre os aparelhos apreendidos
Registra que o MPF se opôs à devolução imediata do celular e do notebook, por não haver notícia da conclusão das perícias, e dá 10 dias à PF para dizer se os dados já foram extraídos, "a fim de que, se for o caso, eles possam ser restituídos ao seu proprietário".
INQ 5.026 · doc. 15386357454 · p. 2–3 →Autoriza quebra de sigilo bancário e fiscal
Defere a representação da PF, com parecer favorável do MPF, e afasta os sigilos bancário, fiscal e de dados financeiros dos alvos, entre eles André Felipe, de 01/01/2024 a 31/12/2025.
PET 15.478 · doc. 15388237255 · p. 7–8, 14 →É tratado como "suposto diretor da Tirreno". Seria também diretor e sócio da Cartos e ex-funcionário do Banco Master.
p. 7–8Conversas extraídas do aparelho dele indicariam que a Tirreno teria sido criada em contexto fraudulento, que ele teria ido ao Master assinar em um único dia contratos de cessão de créditos da empresa e que receberia compensação pelos riscos do negócio. Não teria havido pagamento pelos créditos gerados.
p. 717/04/2025Em 17/04/2025, Henrique Peretto lhe enviou ata de assembleia da Tirreno supostamente realizada em 02/12/2024, embora o registro da empresa só tenha sido homologado na Junta Comercial em 15/04/2025 — o que reforçaria a suspeita de antedatação.
p. 8A PF o vincula, em tese, aos crimes dos arts. 4º, 6º e 7º, II, da Lei 7.492/1986 e ao de organização criminosa.
p. 8Contra a devolução imediata do celular e do notebook, porque não há notícia da conclusão das perícias.
p. 2Quebra de sigilo bancário e fiscal dos alvos ligados à venda de carteiras ao BRB.
Onde ele pediu a devolução de celular e notebook.
Pedido complementar de busca negado para ele em 08/01/2026.