Dario Oswaldo Garcia Junior
sob investigação: alvo de quebra de sigilo bancário e fiscalDiretor de Finanças do BRB, apontado pela PF como conhecedor das falhas de governança e das inconsistências na carteira Credcesta originada pelo Banco Master.
Sob investigação: teve sigilo bancário e fiscal quebrado em 22/06/2026, no inquérito sobre as carteiras de crédito vendidas pelo Master ao BRB.
Aparece em um único documento público: decisão monocrática de 30/06/2026 (PET 15.478).
Cada afirmação é a versão daquela fonte, com a página. O tribunal praticou 1 ato sobre a pessoa, na seção própria.
Todos têm peças públicas no portal do STF.
Linha vermelha: ministro ou autoridade que decidiu. Tracejado: relação descrita pela PF ou pelo MPF. Cinza: alvo da mesma decisão. Cinza claro: citado no mesmo trecho. Inclui quem é citado pelo nome nos registros desta página.
Datas como o documento as dá; quando ele só diz o mês, o ano ou "fim de" um período, a marca é oval.
Autoriza quebra de sigilo bancário e fiscal
Defere a representação da PF, com parecer favorável do MPF, e afasta os sigilos bancário, fiscal e de dados financeiros dos alvos, entre eles Dario Oswaldo Garcia Junior, de 01/01/2024 a 31/12/2025.
PET 15.478 · doc. 15388237255 · p. 9, 14 →11/2024 a 12/2024Indicado como diretor de Finanças do BRB, teria aparecido em conversas com Paulo Henrique nas quais, desde novembro/dezembro de 2024, já se veriam graves inconsistências na carteira Credcesta, originada pelo Master: manipulação, ausência de lastro e movimentação atípica de créditos entre fundos.
p. 9Teria "pleno conhecimento das operações, das falhas de governança e das demandas regulatórias". Em tese, os elementos apontariam participação consciente na manutenção de compras de ativos sabidamente problemáticos.
p. 9Quebra de sigilo bancário e fiscal dos alvos ligados à venda de carteiras ao BRB.