Paulo Henrique Bezerra Rodrigues Costa
sob investigação: prisão preventivaSegundo a PF, como então presidente do BRB, "teria insistido na aquisição de ativos do Banco Master" apesar de pareceres contrários, buscando "salvar" a instituição.
Teve a prisão preventiva decretada em 15/04/2026, com o advogado Daniel Lopes Monteiro, e foi alvo de quebra de sigilo bancário e fiscal autorizada em 22/06/2026, no caso das carteiras vendidas pelo Master ao BRB. A decisão de prisão transcreve mensagens em que ele negocia com Vorcaro a escolha de apartamentos de luxo.
Aparece em 2 dos 1098 documentos públicos do caso. A lista completa está na referência, no fim da página.
Cada afirmação é a versão daquela fonte, com a página. O tribunal praticou 2 atos sobre a pessoa, na seção própria.
Todos têm peças públicas no portal do STF.
Linha vermelha: ministro ou autoridade que decidiu. Tracejado: relação descrita pela PF ou pelo MPF. Cinza: alvo da mesma decisão. Cinza claro: citado no mesmo trecho. Inclui quem é citado pelo nome nos registros desta página.
Datas como o documento as dá; quando ele só diz o mês, o ano ou "fim de" um período, a marca é oval.
Decreta a prisão preventiva
Acolhe a representação da PF e decreta a prisão preventiva de Paulo Henrique Bezerra Rodrigues Costa e de Daniel Lopes Monteiro "para garantia da ordem econômica, da conveniência da instrução criminal e para assegurar a aplicação da lei penal". Segundo a decisão, as medidas menos gravosas não bastariam diante do "risco concreto de desaparecimento de recursos e bens".
PET 15.771 · doc. 15386155931 · p. 25–26 →Autoriza quebra de sigilo bancário e fiscal
Defere a representação da PF, com parecer favorável do MPF, e afasta os sigilos bancário, fiscal e de dados financeiros dos alvos, entre eles Paulo Henrique Bezerra Rodrigues Costa, de 01/01/2024 a 31/12/2025.
PET 15.478 · doc. 15388237255 · p. 8–9, 14 →Como então presidente do BRB, mesmo diante de inconsistências e de pareceres jurídicos contrários, "teria insistido na aquisição de ativos do Banco Master", com anotações e conversas indicando intenção de "salvar" a instituição privada.
p. 8–902/2025Teria pleno conhecimento das compras de CCBs, das falhas apontadas em TAC firmado em fevereiro de 2025 e das demandas do Banco Central.
p. 911/2024 a 12/2024Desde novembro/dezembro de 2024, conversas com o diretor de Finanças, Dario Garcia Junior, já registrariam graves inconsistências na carteira Credcesta, originada pelo Master.
p. 9Em tese, haveria "um quadro de conivência grave", possível gestão temerária ou fraudulenta no BRB e integração ao arranjo investigado.
p. 9O BRB teria transferido cerca de R$ 17 bilhões ao Master, inclusive R$ 12,2 bilhões em carteiras que o próprio banco público admitia não conseguir auditar por falta de documentos.
p. 4Quebra de sigilo bancário e fiscal dos alvos ligados à venda de carteiras ao BRB.