Dossiê Master
Quem é quem · Empresa controlada pela Cartos

Tirreno

empresa sob investigação
O que é a empresa?

Segundo a PF e o MPF, empresa de fachada controlada pela Cartos, que teria sido usada pelo Banco Master para fabricar créditos e vender ao BRB carteiras sem lastro real.

Alvo de quebra de sigilo bancário e fiscal autorizada em 30/06/2026; a PF descreve indícios de antedatação em seus documentos societários.

1 · Panoramao que os documentos públicos dizem sobre ela, em 4 quadros
leitura: 30 s
Documentos públicos do caso
1de 1098 o cita

Aparece em um único documento público: decisão monocrática de 30/06/2026 (PET 15.478).

O que os documentos dizem dela
6afirmações de 1 fonte
cada círculo é uma afirmação sobre a empresa, com a página do documento · clique para ler
Polícia Federal e MPF0102030405066

Cada afirmação é a versão daquela fonte, com a página. O tribunal praticou 1 ato sobre a empresa, na seção própria.

Processos em que ela aparece
1processo, com peças públicas
PET 15.478quebra de sigilo

Todos têm peças públicas no portal do STF.

2 · O que o STF fezo ato público do tribunal sobre a empresa, em ordem
leitura: 2 min
30/06/2026 · decisão do relator, Min. André Mendonça

Autoriza quebra de sigilo bancário e fiscal da empresa

Defere representação da Polícia Federal, com parecer favorável do MPF, e autoriza a quebra de sigilo bancário e fiscal da empresa, descrita como "empresa de fachada, criada para aparentar capacidade de originar créditos consignados que depois seriam transformados em CCBs", no período de 01/01/2024 a 31/12/2025.

PET 15.478 · doc. 15388237255 · p. 9 →
3 · O que os documentos dizemos 6 registros, agrupados por quem afirma, com a página. É a versão de cada fonte, não conclusão do tribunal.
leitura: 3 min
Polícia Federal e MPF (representação e parecer citados na decisão de 30/06/2026)PET 15.478 — venda de carteiras de crédito ao BRB
01

O Banco Master, sem carteira real suficiente de crédito consignado, teria fabricado e cedido CCBs sem lastro idôneo ao BRB, com apoio da empresa e de agentes que teriam produzido documentos artificiais para aparentar regularidade das operações.

p. 4
02

Augusto Ferreira Lima é apontado como agente central de interface com o BRB e teria detido domínio sobre a estruturação da empresa; empresas a ele vinculadas, do grupo Terra Firme, teriam recebido do Master pagamentos mensais milionários por serviços reputados suspeitos.

p. 6
03

Luiz Antônio Bull, Diretor de Compliance do Master, é apontado como um dos principais signatários dos contratos usados para obter os créditos fictícios da empresa; Alberto Félix de Oliveira, tesoureiro, teria integrado grupo de WhatsApp destinado a fornecer ao BRB documentos das falsas carteiras.

p. 6
+ PET 15.478 p. 7
04

Ângelo Antônio Ribeiro da Silva, Diretor do Master, é apontado como coautor, ao lado de Alberto Félix, da fabricação de extrato artificial da conta da empresa, ajustado conforme determinações de Daniel Vorcaro.

p. 7
05

André Felipe de Oliveira Seixas Maia é tratado como suposto diretor da empresa; teria assinado, num único dia, contratos de cessão de créditos, e receberia compensação financeira pelos riscos do negócio; conversas indicam que a empresa teria sido criada em contexto fraudulento.

p. 8
06

Henrique Souza e Silva Peretto, segundo a PF, teria tido ciência irrestrita dos termos espúrios da empresa e teria encaminhado ata de assembleia extraordinária supostamente lavrada em 02/12/2024, embora o registro da empresa só tenha sido homologado na Jucesp em 15/04/2025 — o que reforçaria a suspeita de antedatação.

p. 8
+ PET 15.478 p. 9
4 · Referênciapara consulta: cada processo, o que os documentos dizem dele e as peças em que o nome aparece, com link para o portal do STF
consulta
Processos (1) e documentos (1)
PET 15.4781 documento citando a empresa

Investigação sobre a venda ao BRB de carteiras de crédito do Banco Master; sigilo bancário e fiscal da empresa quebrado por decisão de 30/06/2026.