Ângelo Antônio Ribeiro da Silva
sob investigação: alvo de quebra de sigilo bancário e fiscalSegundo a PF, diretor do Banco Master, coautor da fabricação de extrato artificial da conta da Tirreno, por ordem de Daniel Vorcaro.
Alvo de quebra de sigilo bancário e fiscal autorizada em 22/06/2026, no caso das carteiras vendidas pelo Master ao BRB; integraria o grupo "INFO-BRB", diz a PF.
Aparece em um único documento público: decisão monocrática de 30/06/2026 (PET 15.478).
Cada afirmação é a versão daquela fonte, com a página. O tribunal praticou 1 ato sobre a pessoa, na seção própria.
Todos têm peças públicas no portal do STF.
Linha vermelha: ministro ou autoridade que decidiu. Tracejado: relação descrita pela PF ou pelo MPF. Cinza: alvo da mesma decisão. Cinza claro: citado no mesmo trecho. Inclui quem é citado pelo nome nos registros desta página.
Autoriza quebra de sigilo bancário e fiscal
Defere a representação da PF, com parecer favorável do MPF, e afasta os sigilos bancário, fiscal e de dados financeiros dos alvos, entre eles Ângelo Antônio Ribeiro da Silva, de 01/01/2024 a 31/12/2025.
PET 15.478 · doc. 15388237255 · p. 7, 14 →Como diretor do Master, é apontado como coautor, com Alberto Félix, da "fabricação de extrato artificial da conta vinculada da Tirreno, ajustado conforme determinações de DANIEL VORCARO".
p. 7Produziria documentos para dar aparência de regularidade às carteiras perante o BRB e o Banco Central, e integraria o grupo "INFO-BRB", criado para suprir o BRB dos lastros.
p. 7Com Luiz Bull, teria assinado resposta ao Banco Central que teria omitido a origem real dos créditos usados nas CCBs cedidas ao BRB.
p. 6Teria "plena ciência da insubsistência dos créditos", inclusive pela impossibilidade de averbação. Em tese, haveria indícios de falsificação documental, gestão fraudulenta e organização criminosa.
p. 7Quebra de sigilo bancário e fiscal dos alvos ligados à venda de carteiras ao BRB.