REAG (CBSF DTVM)
empresa sob investigaçãoDTVM (CBSF, conhecida como REAG) que, segundo a PF e o MPF, teria servido para desviar recursos do Banco Master e ocultar mais de R$ 2 bilhões da família Vorcaro.
Alvo de busca e apreensão contra João Carlos Falbo Mansur; um bloqueio bilionário na conta de Henrique Vorcaro na empresa foi mantido em 01/06/2026.
Aparece em 9 dos 1098 documentos públicos do caso. A lista completa está na referência, no fim da página.
Cada afirmação é a versão daquela fonte, com a página. O tribunal praticou 3 atos sobre a empresa, na seção própria.
Segundo o requerimento da PF, apurações sobre a empresa e o Banco Máster tramitavam separadamente antes da reunião dos processos no STF.
Tracejado: relação descrita pela PF ou pelo MPF. Pontilhado: relação alegada em pedido de terceiros. Cinza: alvo da mesma decisão. Cinza claro: citado no mesmo trecho. Inclui quem é citado pelo nome nos registros desta página.
Datas como o documento as dá; quando ele só diz o mês, o ano ou "fim de" um período, a marca é oval.
Defere busca e apreensão contra João Carlos Falbo Mansur
Defere pedido adicional de busca e apreensão em relação a João Carlos Falbo Mansur, diante de representação do Banco Central que demonstra, segundo a decisão, a utilização da REAG para o desvio de valores do Banco Máster.
PET 15.198 · doc. 15383424691 · p. 12 →Mantém bloqueio de valores de Henrique Vorcaro na empresa
Nega o pedido de Henrique Moura Vorcaro para revisão das medidas constritivas sobre valores em sua conta na empresa, por entender que a discussão sobre a origem e a liquidez dos recursos pertence ao próprio mérito da investigação, ainda em curso.
PET 15.556 · doc. 15387654913 · p. 3 →Defere bloqueio de bens de REAG Administradora de Recursos
Defere medida assecuratória em que a REAG ADMINISTRADORA DE RECURSOS LTDA. figura entre os alvos, até R$ 5.955.250,00, valor que soma os eixos do apartamento Poème Horto e dos repasses à BN Financeira, sem antecipação de juízo de culpa.
PET 16.230 · doc. 15388189970 · p. 25 →Dos mais de R$ 3,5 bilhões investidos pelo Banco Máster em fundos dos quais é cotista único, cerca de R$ 1,8 bilhão foi destinado à aquisição de notas comerciais emitidas por empresas vinculadas aos próprios sócios, o que caracterizaria estruturação financeira irregular.
p. 804/2024Um fluxo de R$ 1,45 bilhão do Banco Máster, via fundos Astralo 95 e REAG Growth 95, retornou em R$ 1,38 bilhão via aquisição de CDBs entre abril e maio de 2024; os fundos integram cadeia cujos beneficiários finais declarados mantêm vínculo familiar com o controlador da REAG DTVM, João Carlos Falbo Mansur.
p. 13+ PET 15.198 p. 12
14/01/2026Foi bloqueada, na 2ª fase da Operação Compliance Zero, a quantia de R$ 2.245.235.850,24 que estava na conta do genitor de Daniel Vorcaro, Henrique Moura Vorcaro, junto à empresa "CBSF DTVM, mais conhecida como REAG".
p. 25A defesa sustenta que os valores bloqueados na conta na empresa não têm liquidez imediata, por estarem integralizados em Fundo de Investimento em Participações vinculado a créditos de carbono ainda não realizados, e nega qualquer nexo com aportes do Banco Master.
p. 3A representação sustenta que Daniel Bueno Vorcaro e Paulo Henrique teriam ajustado o pagamento de vantagem indevida em imóveis de alto padrão, estimada em R$ 146,5 milhões, e que, para operacionalizar o pagamento e ocultar a titularidade, teriam sido mobilizados fundos de investimento geridos pela REAG e empresas de fachada.
p. 3Segundo a decisão, as empresas compradoras dos imóveis tiveram razão social, objeto, sede, diretor e capital alterados em curto espaço de tempo e passaram a funcionar como veículos para receber recursos de "fundos conectados à REAG" e comprar os imóveis.
p. 15A Polícia Federal afirma que a movimentação dos valores ocorre, sobretudo, por meio de fundos de investimento da Reag, e que seria difícil identificar valores mantidos nos fundos controlados por Vorcaro e Daniel; o relator reproduz o trecho ao deferir medidas cautelares.
p. 18Um dos investigados aparece nos documentos das seis empresas compradoras como representante da REAG Portfolio Solutions Ltda., gestora do FIP Alucard/Abbiamo, fundo que passou a deter participação majoritária nelas; a decisão registra que o nome dele foi lançado como representante da REAG nos atos societários.
p. 11Segundo a Polícia Federal, a Epítome S.A., adquirente formal do apartamento nº 1.702 do Poème Horto, teria recebido aporte de fundo administrado por estruturas ligadas à REAG, por mecanismo societário apto a ocultar o beneficiário final.
p. 17+ PET 16.210 p. 8
+ PET 16.210 p. 11
+ PET 16.229 p. 20
+ PET 16.230 p. 20
A representação descreve o fluxo assim: valores do HOCKENHEIM FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES MULTIESTRATÉGIA DE RESPONSABILIDADE ILIMITADA, administrado pela REAG, teriam sido direcionados à Epítome S.A. para a compra do apartamento.
p. 16+ PET 16.230 p. 20
A decisão descreve a REAG ADMINISTRADORA DE RECURSOS LTDA. como "apontada como administradora de fundo" usado no fluxo financeiro que teria viabilizado a compra e diz que, em juízo preliminar, ela figura como elo institucional relevante da engenharia financeira apontada, com ressalva de preservar ativos de terceiros estranhos aos fatos.
p. 1606/2023O ingresso de shows de uma cantora internacional em Los Angeles, em favor de familiares de Jaques Wagner, teria sido comprado em junho de 2023 pela empresa REAG Investimentos S.A, por R$ 63.339,00, em operação que também foi objeto de diálogo com João Carlos Mansur, segundo a representação.
p. 8+ PET 16.229 p. 7
+ PET 16.230 p. 12
+ PET 16.210 p. 12
A decisão de 19/06/2026 aponta João Carlos Falbo Mansur como gestor vinculado à REAG e às estruturas de fundos usadas na compra do apartamento.
p. 15Apuração sobre fundos ligados à REAG; busca e apreensão contra João Carlos Falbo Mansur deferida.
Bloqueio de R$ 2,24 bilhões na conta de Henrique Vorcaro na empresa; pedido de liberação negado.
Medidas cautelares; a PF cita fundos geridos pela REAG no pagamento de imóveis atribuídos a Paulo Henrique.
Busca contra investigado que figura como representante da REAG Portfolio Solutions nas empresas compradoras.
Decisão de 18/06/2026 cita a compra de ingressos pela REAG Investimentos e a Epítome.
Decisão de 23/06/2026 cita fundos ligados à REAG na compra do apartamento.
Decisão de 18/06/2026 repete a compra de ingressos e o aporte à Epítome.
A REAG Administradora de Recursos é alvo de medida assecuratória.